Demência: Quais as causas

Demência: Quais as causas - Valor de planos de saúde

A demência é algo comum de acontecer, ainda mais com pessoas que estão entrando na terceira idade. Esse problema atinge cerca de 2 milhões de pessoas todos os anos. Mas a demência é uma junção de vários sintomas acumulados, formando uma dupla categoria, sendo elas a curável e a incurável.

Se ela for irreversível, a progressão desse problema pode causar o Alzheimer (perda de memória), causando lapsos de memória por tempo indefinido. Apesar de causar danos ao cérebro, os sintomas podem ser controlados. É necessário que siga os exames de rotina com o médico especialista que cuidou do tratamento.

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Causas:

Demências degenerativas

  • Doença de Alzheimer;
  • Demência com corpos de Lewy tem os mesmos sintomas que o Alzheimer, porém está em segundo lugar no índice de doenças que são degenerativas em questão a memória;
  • Demência vascular, resultante de uma série de pequenos acidentes vasculares cerebrais (AVC);
  • Demência frontotemporal, que é uma degeneração que ocorre no lóbulo frontal do cérebro e que pode se espalhar para o lóbulo temporal.

Demências reversíveis

  • Tumores cerebrais
  • Demências de causa metabólica, em que há alterações nos níveis de açúcar, sódio e cálcio no sangue
  • Baixos níveis de vitamina B12
  • Hidrocefalia normotensiva
  • Uso de determinados medicamentos, principalmente alguns para tratar colesterol
  • Abuso crônico do álcool.

Há muitos fatores que desenvolvem o risco para ter esse problema, como a idade, histórico familiar e a síndrome de down. Então, as chances para o crescimento dessa doença são maiores.

Mas não é só pela idade e o histórico familiar que você fica vulnerável em ter esse problema. Há outras razões muito sérias, como:

  • Abuso de bebidas alcoólicas
  • Aterosclerose
  • Hipertensão
  • Colesterol elevado
  • Depressão
  • Diabetes
  • Altos níveis de estrogênio
  • Obesidade
  • Tabagismo
  • Níveis alterados de um aminoácido presente no sangue chamado de homocisteína.

Sintomas:

Para que você entenda o que está acontecendo com você, é importante prestar atenção em alguns sintomas que acontecem nesse processo. Se tiver alguns desses sintomas, é preciso que vá ao médico (clínica médica, neurologista, geriatria) imediatamente e converse com ele. Depois o especialista fará a ressonância magnética para ver o grau do problema. Dependendo do que o aparelho diagnosticar, o tratamento será consumado no outro dia:

  • Perda de memória
  • Dificuldade para se comunicar
  • Dificuldade com tarefas complexas
  • Dificuldade com planejamento e organização
  • Dificuldade com funções de coordenação e motoras
  • Problemas com desorientação, como se perder
  • Alterações de personalidade
  • Incapacidade de estabelecer razão
  • Comportamento inadequado
  • Paranoia
  • Agitação
  • Alucinações.

Estar preparado para o médico é fundamental, pois pode facilitar o diagnóstico e otimizar o tempo. Então é aconselhável que já tenha em mãos:

  • Uma lista com todos os sintomas e há quanto tempo eles apareceram
  • Histórico médico, incluindo outras condições que o paciente tenha e medicamentos ou suplementos que ele tome com regularidade.

Diagnóstico:

O diagnóstico pode ser bem difícil. Para saber se é curável ou incurável, os exames são longos, mas assim que é finalizado, o médico ajudará o paciente a se tratar e pedirá ajuda da família para que o tratamento tenha maior eficácia. Caso a doença seja irreversível, a família trabalhará ativamente para que o paciente tenha uma qualidade melhor.

Tratamento:

Para alguns casos extremos, a demência não tem cura. E para os casos de cura, ainda deixa algumas sequelas. Mas a principal função do tratamento é o controle dos sintomas, uma vez que o paciente precisa ser internado.

Os medicamentos serão importantes nesse processo, por causa do controle que terá sobre a doença, reduzindo os riscos de esquecimento total ou deterioração para o Alzheimer. Algumas drogas medicinais podem ser usadas para evitar a piora rápida dos sintomas, principalmente em casos de demência degenerativa.

Portanto, é necessário que a família ajude o paciente nesse processo do tratamento e veja qual a necessidade dele, até os sintomas reduzirem. Por mais que haja uma melhora, é bom que vá ao médico periodicamente para saber se há mais alguma coisa que possa ser resolvida.

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