Os planos de saúde considerados com melhor custo-benefício do mercado

melhor custo-benefício

Na hora de adquirir qualquer produto ou serviço o ideal é levar em consideração sempre o melhor custo-benefício – e com os planos de saúde não é diferente. Seja para fazer uma nova contratação ou mudar para outro plano, vários fatores devem ser analisados. É verdade que há uma quantidade imensa de planos, o que torna a tarefa um pouco mais complicada a princípio, por isso nós preparamos algumas dicas para você não se perder na hora de entregar a sua saúde a uma operadora.

Como analisar o melhor custo-benefício

Antes de mais nada, é preciso compreender o que é melhor custo-benefício: ela é a relação de valor que se estabelece para definir uma escolha, a avaliação do preço de uma proposta, projeto, produto ou serviço segundo a sua capacidade de atender às nossas necessidades.

Para isso, você deve comparar o esforço necessário para obter alguma coisa e a recompensa que essa escolha irá proporcionar. Vendo dessa forma pode ficar mais fácil pensar no caminho a seguir para avaliar o melhor custo-benefício dos planos de saúde:

Liste todas as suas necessidades

Faça uma lista do que você precisa em um plano de saúde: você tem uma saúde de ferro e quase não vai ao médico (neste caso a mensalidade com co-participação é mais em conta) ou utiliza muito um ou vários especialistas (a mensalidade fixa acaba sendo a melhor opção)? Precisa de algum procedimento especial em particular? Viaja muito e precisa de uma cobertura nacional ou internacional ou a regional é suficiente? Haverá crianças ou idosos como dependentes? Você é mulher em idade fértil que necessite de cobertura obstetrícia? Faz questão da privacidade de um quarto particular ou não se importa em ficar em enfermaria (com até quatro leitos)?

Verifique quais as operadoras que atuam na sua região 

Nem todas as operadoras atuam em todos os estados, apenas as maiores têm uma boa representatividade em todo o território nacional. Da mesma forma, elas criaram um leque bastante grande de planos, cujas características podem mudar de uma região para outra. O preço de um mesmo plano também pode variar de acordo com a cidade ou estado.

Isso acontece porque eles foram montados levando em consideração a maior demanda daquela população específica, de forma a tender melhor às necessidades daquele local. Então você deve começar a analisar os planos oferecidos por cada operadora dentro da área em que você reside. Veja quais os planos que se encaixam nas suas necessidades.

Anote tudo o que eles oferecem 

Agora faça uma lista com o que eles oferecem: consultas, exames, internações, cirurgias: qual o limite? Quais as especialidades médicas oferecidas? Qual o tipo de acomodação? Quais são as carências, os prazos para que os serviços possam começar a ser usados? Lembre-se que as carências máximas são definidas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) mas as operadoras são livres para reduzir estes prazos se quiser.

Da mesma forma, a ANS também define a cobertura mínima de transplantes, mas várias operadoras, como a SulAmerica e a One Health, por exemplo, ampliam a cobertura para além dos que são obrigatórios. Todas essas questões influenciam na relação custo-benefício de acordo com cada caso, com a sua necessidade.

Analise a proximidade da rede conveniada 

O ideal é que a rede conveniada fique próxima ao seu local de trabalho ou residência, mesmo que você tenha facilidade de deslocamento. Verifique, por exemplo, se aquele o serviço específico que você costuma usar com mais frequência é oferecido na sua cidade – pode acontecer dele ser oferecido apenas na cidade vizinha em um plano de saúde mais barato, então talvez a viagem não compense o valor mais em conta da mensalidade.

Determine qual tem o melhor custo-benefício 

Ao fazer a análise, você vai perceber que na maioria das vezes os planos com valor mais baixo não tem uma cobertura muito abrangente, ou seja, quanto maior ela for, maior também será o valor da mensalidade – mas se você realmente não precisa que ela seja vasta, não há porque pagar mais caro por alguma coisa que não vai usar.

Da mesma forma, você não precisa pagar a mais pelo quarto particular se você não se importa em dividir a acomodação com mais duas ou três pessoas no máximo, ou pagar uma mensalidade fixa, mais cara, se você usa muito pouco o plano de saúde e a co-participação, onde você paga um percentual a cada procedimento realizado, pode sair bem mais em conta.

Como as pessoas têm necessidades diferentes, o valor custo-benefício também será diferente para cada um. De uma forma geral, no entanto, apresentará a melhor relação aquele que oferecer os serviços que você realmente precisa pelo melhor preço – ainda que ele não seja o mais barato.

A recomendação da ANS, de qualquer forma, é que o consumidor deve pesquisar bastante e fazer diversos orçamentos entes de fechar o contrato do plano de saúde. A nossa recomendação é procurar conversar também com um dos vendedores especializados, porque como eles são atuam por regiões, são também profundos conhecedores das características de cada plano, podendo ajudar você a fazer a melhor escolha.

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